Eu sou da época da Internet, e portanto da geração mais recente de pessoas que se envolvem com arte e vive de postagem em servidores na rede. Não vivenciei o que muitos valorizam do passado, que é a troca mais humana de material, através de correspondências ou de shows mesmo. Tento imaginar a coisa toda no passado, já vi filmes e li zines, mas não é suficiente, só quem vivenciou pode falar com respaldo. Como só me sinto apto a falar daquilo que vivi/presenciei, me sinto a vontade para falar de forma positiva sobre o que vejo/vi . Independentemente dos altos e baixos do cenário roqueiro sujo, e de toda essa tralha faça-você-mesmo, o que importa mesmo é conseguirmos nos sentir bem com aquilo que fazemos, essa é a essência, acredito eu. Já escutei alguns chamarem os lugares onde tocam de “roubadas” devido às dificuldades e a desvalorização de quem produz arte (ou anti arte) justamente porque o que fazemos não tem um viés comercial, é o ápice da liberdade dentro de nossa sociedade, porque fazemos o que queremos sem nos preocupar com contratos, vendas ou público, faremos de qualquer jeito porque é o que gostamos de fazer. Uma coisa que o mundo sempre soube manter, é a arte no subterrâneo, quase todos os grandes artistas de todas as épocas sempre ficaram a margem, e só foram vistos depois de mortos, mas o que eles nunca conseguiram fazer é criar uma comunidade internacional de pessoas que produzem independentemente, sempre fora do “esquemão”. Essa é a diferença entre o cenário subterrâneo de punk e seus derivados e os demais tipos de arte.
Entrevistas, textos, resenhas, downloads e outras coisas que tem a ver com o zine que eu faço.
20/01/2012
19/01/2012
Quase todos os filmes do Woody Allen pra download. Enjoy and seed!
Eu ia postar no facebook mas eles não permitem postagens do piratebay, então eu decidi postar aqui no blog... Neste link você pode baixar o torrent com filmes do Woody Allen de 1966 a 2010.
BAIXE O TORRENT NO PIRATEBAY
2010: You Will Meet a Tall Dark Stranger =2009: Whatever Works =2008: Vicky Cristina Barcelona =2007: Cassandra's Dream =2006: Scoop =2005: Match Point =2004: Melinda and Melinda =2003: Anything Else =2002: Hollywood Ending =2001: Curse of the Jade Scorpion, The =2001: Sounds From a Town I Love =2000: Small Time Crooks =1999: Sweet and Lowdown =1998: Celebrity =1997: Deconstructing Harry =1996: Everyone Says I Love You =1995: Mighty Aphrodite =1994: Don't Drink the Water =1994: Bullets Over Broadway =1993: Manhattan Murder Mystery =1992: Shadows and Fog =1992: Husbands and Wives =1990: Alice =1989: Crimes and Misdemeanors =1989: New York Stories =1988: Another Woman =1987: September =1987: Radio Days =1986: Hannah and Her Sisters =1985: Purple Rose of Cairo, The =1984: Broadway Danny Rose =1983: Zelig =1982: Midsummer Night's Sex Comedy, A =1980: Stardust Memories =1979: Manhattan =1978: Interiors =1977: Annie Hall =1975: Love and Death =1973: Sleeper =1972: Everything You Always Wanted to Know About Sex * But Were Afraid to Ask =1971: Bananas =1971: Men of Crisis: The Harvey Wallinger Story =1969: Take the Money and Run =1966: What's Up, Tiger Lily?
BAIXE O TORRENT NO PIRATEBAY
ENJOY AND SEED!!!
09/10/2011
(Anti) arte no limbo
Arte vem do grego (ou latim não me lembro direito), de uma palavra que significa técnica/habilidade, a anti arte utiliza meios à margem da técnica para produção cultural, talvez o intuito não seja destruir a técnica artística, mas sim, acabar de vez com a mercadoria artística. A proletarização da arte ocorreu depois da revolução industrial com a disseminação massificada de arte, cujo intuito foi vender este tipo de objeto. O interessante é que, ao que parece, quanto pior é a música (arte), mais ela vende. Não se tratando, muitas vezes, de virtuose, ou anti virtuose. Até porque música erudita e noisecore (hehehe), por exemplo, são pouco comercializados. A determinação qualitativa, do que quer que seja, pode ser visto de um ponto de vista subjetivo. Mas podemos observar uma subjetividade em massa de cultura sem conteúdo.
25/08/2011
Convocatória para o II Anuário de Fanzines, Zines e Publicações Alternativas da Ugra!
Divulgando a segunda edição deste periódico anual que reúne resenhas de diversos fanzines de todos os cantos do subterrâneo. Agora reunirá também resenhas de zines da América do Sul, ampliando assim nossa capacidade analítica de como andam as criações zinísticas, e assim diminuindo um pouco a fronteira existente entre a mídia impressa dos nossos conterrâneos continentais. Caso alguém queira participar (quem faz fanzine impresso) é só entrar no BLOG DO COLETIVO UGRA e seguir as instruções para inscrição... Façamos nós mesmos essa bagaça!
http://ugrapress.wordpress.com/
http://ugrapress.wordpress.com/
16/08/2011
Interview with Defatwas
Interview with female punk rock dutch band DEFATWAS.
to start, can you write, how was the formation process of the band?
to start, can you write, how was the formation process of the band?
Yasmina (Guitar), Faby (Bass) Started to play together around 1997 with Hcpunk outfit “NoSex” (also with female vocalist & Drummer) Because all were also involved with loads off other stuff, this band had some active periods, But also times they did not played for a year(s)
By 2003, Drummer (-became a proud mom) & the singer quit this band, , ..While the other 2 were motivated more than ever, to get a band going with serious output and continuity; Enter “DeFatwas”
With new singer Claudia & Drummer Marina, The band became a force to be reckoned with; producing songs in their
own early'80 HC-style, playing high-energy live-shows, mostly at benefit/social awareness events. This gave the band a small-but hardcore following and loadsa good reviews for over 5 years.
Their were 2 demo-sessions, from wich some songs were released on various compilation albums, macedoinia, russia, indonesia and in europe.
the change on the line up only occured at the vocalist, or there are some other modification from the original line up?
That's it.
After 5 years “in the Van” with DeFatwas, Claudia felt it would be difficult to continue, + also finish her Study/School, She choose to focus on school, that's cool, She could only make that descision herself..
After her leave, their was a year with 3-4 girls doing try-outs as new vocalist.
Andrea turned out to be the one, going strong for over 2 years now,+ being recorded for 1st time!
you have recording something, it is for a demo, or for a debut? can you tell me when you want to release it? all the songs are writen in dutch?
We recorded 2 new songs in -just opened- ARCstudio in Amsterdam.
It's Demo-stuff, Done in 1 afternoon, ..Bassicly to set the standard for more to come..(A '12?! maybe?!),
The lyrics of those 2 new songs are in dutch, Yes, ..But this is coincidence, Most of our lyrics are english, some Dutch, some French, haha, No Portugeese, sorry,.. But we talk universal language-)and you can download ours songs for free.
-We actually did record a roughmix for a full-lenght album before. With Claudia. But when she left, the urgence/motivation to finish that project also went..;At the time we were not sure how to deal with that, with a new vocalist, And besides that; the label who were supposed to release it, never got back in touch with us again)
Can you tell how you see the independent scene nowadays? is there some difference in the scene in Holland since you started playing together?
Sure, it changed,for the good and the worst...i think like everywhere, here it's to find a nice club where to play, before lot of squats organize gigs, since squatting is illegal, lot of them close down. Also, before, it was more all girlz bands like: Link (with the lead front singer from Makiladoras on drums), Suicidal Birds(garage punk'N'R), The Riplets(punk'N'R), Siren(H-C), SweetSweet(electropunk), Lady Die(grind), pity, these bands don't exist no more.
can you indicate me some dutch bands formed by girls, probably i could find looking for it on the web, but i'd like you to tell me (please)... Some years ago i was listening Makiladoras, so, Defatwas is the second dutch girlband that i heard...
like we just said, it was more all-female bands before, Almost no all-girls bands playing loud and fast anymore. Right now we can only think of Cheap Thrills (R'N”R)and we really hope that some all-girls bands are practising now and that we will soon hear about them. They are fortunetly female fronted bands or bands with girls - we are now only talking about punkrock bands – such as: Ratarsed (female lead vocal), Hysteria (female lead vocal and bass guitaar), Usual Suspects (female drummer), Bambix ofcourse...
So, this short interview is over... probably i didn't asked something you want to say, here's the space for it...
D.I.Y, still F..ing rules! Go out and make it! -especially girls, make the scene happening.
For all; Don't be only consumer/spectator, Even if you are not talented, Be who you are, Fuck to live up to critics from people who suck, doing nothing but only have a bigger mouth.
You could be a guitar-genius on stage, Or 2 chord wonder in the backroom, BUT; also the other way around...!!!
09/06/2011
Entrevista com Deserdados
Percebi que a formação mudou... Vi vocês no show que fizeram no luar (com o Cólera, Total Terror DK, Gricerina, Orfãos e 80-85) em Itaquera, vocês podem falar um pouco sobre essa mudança na formação, e o que acharam do show?
R:) Esse assunto é um pouco delicado. Quando uma banda é formada e começa a tocar, surgem muitos sonhos e muitas coisas são planejadas, porém, nunca está nos planos de uma banda uma alteração na sua formação. Entretanto, todos sabem também que as pessoas mudam, surgem novas prioridades, etc. Com certeza as saídas do Danone e do Jamaica foram uma grande perda para a banda, mas também tivemos ganhos com as entradas do Celo (inicialmente na guitarra, quando a banda virou um quarteto. Quando o Danone saiu, o Celo foi para o baixo e a banda voltou a ser um trio) e do Favela. Ambos já acompanhavam a banda há bastante tempo e a adaptação foi super rápida. O Danone e o Jamaica optaram por deixar a banda, e nós temos que respeitar a decisão deles. Mas nada mudou entre todos nós, continuamos sendo todos amigos. O passado foi legal, mas temos que valorizar as coisas que estão acontecendo agora.
Quanto ao show de Itaquera, nós comentamos sobre ele faz pouco tempo... Nós gostamos muito dele: o lugar, os bandas, as pessoas e, principalmente, a nossa apresentação. Acreditamos que foi um dos melhores shows que fizemos nos últimos tempos. Estávamos bem ensaiados, a aparelhagem estava boa e a energia do público nos deixou bastante empolgados.
Aliás, eu vi um outro show de vocês a um tempo atrás em frente a galeria do rock, vocês tocaram com o Cólera, com o Phobia Punk Rockers (não me lembro das outras bandas) e foi legal pra caramba. Não só as bandas mais todo o pessoal, não teve briga (eu não vi nenhuma pelo menos hehehe), vocês acham que há um progresso com relação a isso, o número de idiotas que arrumam brigas tem diminuido?
R:) Nesse dia, infelizmente, houveram sim algumas brigas. É até chato ficar falando disso... Não que o assunto não seja relevante, mas é porque dá moral pra essas merdas que acontecem, tá ligado? Nós achamos sim que o número de pessoas que vão aos shows para brigar está diminuindo. A nosso ver, isso se deve, principalmente, ao fato das gangues estarem deixando de existir aos poucos ou diminuindo de tamanho. Os poucos que ainda fazem isso, com certeza são essas pessoas que precisam se auto afirmar, que encontram na violência uma maneira de se achar superiores aos demais. Essa estupidez está acima de qualquer ideal, não estamos falando apenas de punks ou similares... O que essas pessoas querem, é chegar a um lugar qualquer e ver os outros ficarem com medo deles, ficarem tensos, etc. Coisa puramente de ganguista. Antigamente, até entendemos a razão da existência das gangues, mas, hoje em dia, não faz mais sentido, não é necessário.
O Deserdados não é trilha sonora de treta. Se a gente estiver tocando e as pessoas começarem a brigar, nós paramos de tocar. O nosso inimigo é outro, provavelmente ele não está no meio do público do show.
Vocês acham que a cena anda mais monótona se comparada com os anos 90, a internet deixou a coisa toda muito "virtual"?
R:) Essa é uma questão que pode ser interpretada de duas maneiras. Algumas coisas foram se perdendo com o tempo, realmente. O melhor exemplo disso são os Zines. Não existe mais aquele trampo de fazer as artes, transcrever os textos, tirar as fotocópias, etc. Hoje em dia, qualquer um pode começar um blog com custo quase zero (já que, apesar de hoje ser barato, é necessário um computador com acesso à internet ou pagar uma lan house), o que, por outro lado, deixa as coisas muito mais simples. Nós vemos essas evoluções com bons olhos, afinal, temos que usar essas coisas em nosso proveito. Hoje em dia é fácil fazer contatos com o pessoal que está mais distante, pedir e mandar material das bandas, marcar shows e turnês, divulgar e conhecer novas bandas, etc. Sem contar a facilidade que temos hoje de gravar e lançar discos. Procuramos sempre enxergar o lado bom das coisas, hehehe.
Vocês tem outros projetos ou tocam em outras bandas além do Deserdados?
R:) Atualmente o Lambão só toca no Deserdados. Já o Celo, toca também na banda Lokaut (www.myspace.com/lokaut). O Favela toca bateria no SxPxSxC (www.myspace.com/spsc.punk) e canta no Esquizofrenia (www.myspace.com/bandaesquizofrenia).
Em 2000 vocês lançaram o Revolução Agora, e em 2002 o Mau Exemplo, que selo lançou vocês nesses dois albuns? Ou vocês "se lançaram"? O próximo album, como vocês pretendem lançar?
R:) A gente se lançou, mas contamos com a ajuda de alguns selos. No “Revolução, Agora!”, foi o Kaskadura Records. Depois o mesmo foi relançado, desta vez a parceria foi entre a banda e a Corsário Records. O “Mau Exemplo”, foi lançado pela Teenager In A Box Records.
O próximo álbum, que vai sair esse ano ainda, certamente será lançado em parceria. Só não vou dar o nome do selo ainda porque não está 100% fechado, mas está tudo muito bem encaminhado. Vamos lançar, provavelmente, em CD e algumas cópias em LP.
Durante esse tempo (de 2002 até agora) vocês ficaram sem lançar nada, ou tiveram participações em coletâneas e afins?
R:) Na verdade, a banda sempre se manteve na ativa, fazendo shows, etc. Nós relançamos o álbum “Revolução, Agora!” (com duas músicas bônus), que estava fora de catálogo, e pretendemos relançar o “Mau Exemplo” também, que está fora de catálogo. Além disso, participamos de algumas coletâneas. Por exemplo:
MOLOKO PLUS # 19
Lançada em 2002
Compilação do fanzine alemão "Moloko Plus"
Música: 1977.
CHAOZ DAY Vol.2
Lançada em 2009 - Casa Punk Records
Compilação de bandas independentes
Músicas: Ave César e Nova Ordem Mundial.
USPICIUS PUNKRUSP
Lançada em 2009 - Corsário Records
Compilação de bandas independentes
Música: Lavagem Cerebral.
O Favela me disse pela internet que vocês tão ensaiando, e fazendo sons novos para um album novo, vocês podem falar um pouco sobre essa nova fase do Deserdados, vocês tem previsão para lançar esse album?
R:) Estamos encarando essa nova fase como um recomeço mesmo, principalmente por causa da reformulação da banda. Está tudo como se fosse um início de banda. Estamos empolgados com as novas músicas e não vemos a hora de gravá-las. Houve grandes mudanças na vida pessoal dos integrantes da banda durante esses anos em que não lançamos nenhum trabalho inteiramente próprio. Aconteceram coisas muito boas e outras nem tanto. A banda amadureceu. Voltou a ser um trio e os integrantes se dão muito bem. Curtimos os roles que fazemos e esperamos continuar por ainda muito tempo. O novo álbum deve ser lançado ainda este ano.
Dizem que a "cena" é meio intermitente, uma hora tem gente fazendo coisas e se envolvendo, outra hora fica "fraca", no entanto sempre continua! Vocês concordam com isso? Alguma vez ficaram desanimados com o cenário?
R:) Tudo tem seus altos e baixos. Não diria que ela fica “fraca”. A cena é muito forte, já existe há décadas e é talvez a maior referência de resistência dentro do underground. Moda vem, moda vai e a cena continua. As vezes acontecem coisas que afastam pessoas da cena, como por exemplo quando a mídia espalha coisas que queimam nosso filme. É interessante, pois as coisas legais que acontecem no cenário somos nós que nos esforçamos pra divulgar, a mídia de massa não ajuda... As vezes você acaba desanimando com algo, mas é coisa passageira. Nesses momentos você tem que apegar-se às coisas positivas, as coisas que você somou. Ah.. e principalmente aos amigos que você fez.
Vocês acham que acordar cedo na segunda feira é ótimo pra dar inspiração para escrever novas músicas? (se é que vocês acordam cedo na segunda) hehehe...
R:) Acordamos cedo na segunda sim. Realmente dá muita inspiração! Rs. Não só o acordar cedo, mas também pegar a condução, passar o dia inteiro resolvendo problemas de pessoas que tem bem menos problemas que você (estão melhor de vida), ser tratado com apenas mais um, um número, etc. Mas também temos que nos inspirar em coisas boas, não é mesmo?
Vocês tem algum comentário final?
R:) Sim. Você que está lendo este zine, vá aos shows das bandas independentes. Não estamos falando isso por fazermos parte de uma, mas porque é no underground que você poderá encontrar os trabalhos mais sinceros, de gente que não tem rabo preso com o esquemão, que faz o que realmente gosta e está pouco se importando em sair bem na foto. Não que você tenha que parar de ouvir determinada banda, porque ela é de uma 'major'. Não estamos aqui para dizer o que você deve fazer, e sim para lhe apresentar uma alternativa. As bandas das grandes gravadoras 'chegam até você', mesmo sem você querer – pelo rádio, tv, etc. Aí rola um lance meio que de passividade por parte do público. Te socam goela abaixo, gostando ou não. É muito bom 'chegar até um artista', descobri-lo, ser o agente. Assim você está ajudando a manter uma cena na qual você é importante, pois faz parte dela.
Valeu pelo espaço e parabéns pelo trabalho. Até mais!
13/04/2011
Resenharam o Mizéra
O Mizéra foi resenhado no 1º Anuário de Fanzines, Zines e Publicações Alternativas. Uma iniciativa muito legal do coletivo Ugra, que fez resenhas de trocentos zines e deu um puta gás na produção alternativa em geral. Bom, abaixo tá o que eles escreveram sobre a primeira edição do Mizéra:
Mizz Libido
Com relação ao Copyleft:
Li algumas coisas sobre Copyleft, só que ainda faltam escrever algumas coisas. Preciso estudar a coisa toda. Coloquei no zine a introdução do livro: Copyleft - Manual de Uso. Foi mais por empolgação pelo assunto do que por conhecimento, aliás o zine tem sido feito mais pela vontade de fazer, do que pelo conhecimento mesmo. Gostei do tema, e vou continuar lendo coisas sobre o assunto, e daqui a algumas edições pretendo escrever alguma coisa.
A segunda edição já foi finalizada e eu tenho entregado exporadicamente em alguns eventos que vou, tenho tentado mandar também pro pessoal que mora longe e que entra em contato, a terceira edição tá engatilhada, e vai ter duas entrevistas com bandas da Holanda e duas aqui do Brasil... Assim que anunciarem a segunda edição do anuário, farei questão de mandar as edições!
Desde já agradeço pessoal do coletivo Ugra pelo empenho e qualidade que eles tem desempenhado neste ambiente tão propício a loucuras...
Mizz LibidoCom relação ao Copyleft:
Li algumas coisas sobre Copyleft, só que ainda faltam escrever algumas coisas. Preciso estudar a coisa toda. Coloquei no zine a introdução do livro: Copyleft - Manual de Uso. Foi mais por empolgação pelo assunto do que por conhecimento, aliás o zine tem sido feito mais pela vontade de fazer, do que pelo conhecimento mesmo. Gostei do tema, e vou continuar lendo coisas sobre o assunto, e daqui a algumas edições pretendo escrever alguma coisa.
A segunda edição já foi finalizada e eu tenho entregado exporadicamente em alguns eventos que vou, tenho tentado mandar também pro pessoal que mora longe e que entra em contato, a terceira edição tá engatilhada, e vai ter duas entrevistas com bandas da Holanda e duas aqui do Brasil... Assim que anunciarem a segunda edição do anuário, farei questão de mandar as edições!
Desde já agradeço pessoal do coletivo Ugra pelo empenho e qualidade que eles tem desempenhado neste ambiente tão propício a loucuras...
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