Pedro Almodóvar é tema de mostra na biblioteca de cinema (biblioteca pública Roberto Santos/zona sul/ de 7 a 27 de semtembro/ grátis)
filmes que vão passar na mostra:
A flor de meu segredo( 1995,105 min).
Após enfrentar problemas em seu casamento, uma romancista decide dar novo rumo à sua vida. |dia 7, 16h.
Tudo sobre minha mãe (1999, 101 min).
Após perder filho em acidente, mulher resolve partir em busca do pai do garoto, que vive em Barcelona, para contar o ocorrido.|dia 7, 18h.
Labirinto de paixões (1982, 100 min).
Filho homosexual de um imperador se muda para Madri em busca de diversão e, após rápido relacionamento com terrorista gay, apaixona-se por cantora ninfomaníaca. |dia 14, 16h.
Fale com ela (2002, 116 min).
Tragédia une dois homens desconhecidos que precisam cuidar de duas mulheres em coma em um hospital. Vencedor do Oscar de melhor Roteiro Original. |dia 14, 18h.
De salto alto (1991, 112 min).
Filha de uma famosa cantora espanhola é a principal suspeita do assassinato do marido. Por se sentir ausente na sua criação, a mãe decide protegê-la.|dia 21, 15h30.
Volver(2006, 121 min)
Duas irmãs voltam à sua cidade natal para\ cuidar do túmulo onde está enterrada a mãe. A partir daí, uma sequência de fatos vem à tona, envolvendo assassinatos, tentativas de estupro e desaparecimento de pessoas. | dia 21, 18h.
A biblioteca pública Roberto Santos (Temática em Cinema) fica na:
Rua Cisplatina, 505, Ipiranga, tel:2273-2390 e 2163-0901 |Atendimento:segunda a sexta, das oito às cinco. Sábados, das nove às quatro.
Entrevistas, textos, resenhas, downloads e outras coisas que tem a ver com o zine que eu faço.
08/09/2008
01/08/2008
mil coisas em um dia... nada em uma vida inteira.
um dia qualquer que passa... um dia em que me deixo dominar pelos pensamentos vis que vem com a ociosidade...
só lamento.
lamentar a segunda que chegou, a semana que terei que suportar... ao sabado lamentar o efemero fim de semana, é sempre a maldita segunda feira... e estou sempre a esperar um fim de semana com bastante grana e que dure o suficiente... talvez esse fim de semana tenha passado... mas, estou sempre a querer mais, o gosto das ultimas cervejas são sempre carregados de nostalgia; dai o bar fecha as portas, as garrafas ainda ali, os copos quase vazios, corpos sonolentos, com vontade de mijar, mas, a hora de ir embora é tão triste quanto o dia que seguirá... a semana que ainda não chegou e que não sinto falta...
26/07/2008
certos de tudo
somos legais, interessantes, inteligentes, sabemos oque fazemos e sempre lutamos pelo que acreditamos... vemos as coisas erradas mas não há oque fazer, nos enquadramos, nos adequamos, pagamos propina, e queremos sossego, odiamos trabalhar, mas amamos oque fazemos, amamos a vida e as coisas em nossa volta, temos amigos, familiares, bebemos pra esquecer ou de alguma forma aguentamos e sempre vamos superar, as coisas vão melhorar, vai valer a pena, o meu esforço, minha vida não é em vão, com a corda no pescoço e meu corpo a dançar, não lhes darei o gosto do meu sofrimento nem no ultimo instante, vou sorrir mesmo agonizando, pra que me vejam triunfar até o ultimo instante, a vitoria é deles, mas minha historia eu fiz, e por mais doce que seja a vitoria no fundo eles sentirão o gosto amargo da minha ironia, da minha sagacidade... estamos todos certos dentro de nossa propria logica, em nosso mundo particular, o unico lugar onde você é você mesmo, o unico lugar onde eu sou eu mesmo, na minha mente, posso ofender, gritar, matar, enfim... fazer qualquer coisa, que não haverá punição nem julgamento... é possivel esconder sentimentos evitar erros, nem sempre controlamos nossos pensamentos, se é, que os controlamos... somos donos de nós mesmos, e escravos da decadencia, somos os responsaveis por tudo oque acontece, mais é muito mais confortavel apontar para os lados, ja que apontam para mim também, eles querem me dar rasteiras, eles querem montar em mim, não existe confiança, só a ganancia poder salvar com o exito do sucesso... sem isso nada somos, vou fingir um sucesso, vou fingir ser superior, vou fingir que estou bem onde estou e que não preciso de nada mais, ou não vou me satisfazer nunca, há milhares de cabeças para serem amaçadas, sem dó. O meu exito, seu fracasso, a minha fama é por corpos dilacerados, por almas corrompidas e trituradas pelo dinheiro e pelo desejo de possuir... possuir... possuir... sentir-me bem, esquecer de tudo, de todos, se uma velha tropeça, ajudo, faz-me bem, sou bom por alguns segundos. Quero me vingar, quero gozar, quero ser o melhor, não quero ter que me importar, e não quero ligar para os outros, a opinião alheia é carregada de eufemismo, hipocrisia a opinião quer me derrubar, pois vou comprar a opinião e todo resto que me atravessar o caminho, vou fazer o meu mundo, pois tenho o poder, acreditem em mim, ou então serão excluidos... suas cabeças amaçadas com o meu salario minimo, pois você não ganha nada!... a sua liberdade é fachada! vocês queriam uma vida, então eu criei a sua vida no meu mundo, na minha realidade, e vocês terão que suportar, mais não reclame, lhes ensinarei a sobreviver em meu mundo, vou te dizer oque é felicidade, oque é amor, oque é tudo aquilo que você sente, eu vou dizer, ai, você vai passar a sua vida toda correndo atrás daquilo que eu disser, e apesar da labuta, antes de morrer, sentirá a minha verdadeira felicidade, e triunfará...
22/07/2008
um nó
Uma pilha de garrafas vazias e amontoadas em um canto, roupas velhas e sujas, lençois rasgados e manchados que me fazem lembrar as noites que não voltam, de soslaio vejo a vida passar, e sem olhar para os lados tento sentir um pouco de liberdade ao vagar sem destino, entre os predios, nas ruas, avenidas, becos, e afins, sem saber nada ao certo, e sem dinheiro pra poder sorrir em um boteco qualquer.
Minha alma agoniza, amarrada por arames farpados, grita, mas é um vazio enorme, não consigo explicar como é possivel, ao passo que, ao olhar para os lados, vejo uma imensidão branca e sem fim, enxergo também, um fim, cru e nefasto, cheio de cores bonitas e atraentes, onde a vida e a morte, são um pólo só. Um nó.
Minha alma agoniza, amarrada por arames farpados, grita, mas é um vazio enorme, não consigo explicar como é possivel, ao passo que, ao olhar para os lados, vejo uma imensidão branca e sem fim, enxergo também, um fim, cru e nefasto, cheio de cores bonitas e atraentes, onde a vida e a morte, são um pólo só. Um nó.
21/07/2008
desabafo idiota
São Paulo, um dia qualquer, de um mês insignificante e um ano cujo a lembrança, não é nada mais que remota. Pessoas vem e vão, aos milhares, e para onde?.
Meus estudos não passam de uma atividade forçada, nunca tive coragem pra seguir meu coração, alguns dizem que nem sequer eu possuo um.
O medo de uma vida futura infeliz me impede de seguir o tão sonhado rumo, "o rumo é agora, e o futuro deve ser aceito como a consequencia de um desejo, de um ato, e não como a negação da felicidade com o medo do fracasso". Isso é oque me diz a consciencia, mas não é oque faço. Não há esperanças. As chances são remotas. Apartir dai chego a conclusão de que não passo de um covarde que tem medo de tentar. O tentar não é a certeza do exito mas sim o desdem para com o mesmo e suas consequencias.
Meus dias de jovem estão se esvaindo, e toda a felicidade é promessa, e o pior, a longo prazo, o olhos da sociedade estão com catarata. e o cerebro?.
A arte que me conforta me mostra também a realidade, parece que a confusão de imagens quer me mostrar a angustia/o grito de outrem, cujo a sensibilidade, emoção... são algo que nunca poderei sentir.
A luz no fim do tunel fora lacrada, ao invés de tijolos, utilizaram corpos humanos.
Resta-me agora, uma lanterna e pilhas recarregaveis, vou tentar enxergar algo, nesta abobada lugubre e nojenta.
Meus estudos não passam de uma atividade forçada, nunca tive coragem pra seguir meu coração, alguns dizem que nem sequer eu possuo um.
O medo de uma vida futura infeliz me impede de seguir o tão sonhado rumo, "o rumo é agora, e o futuro deve ser aceito como a consequencia de um desejo, de um ato, e não como a negação da felicidade com o medo do fracasso". Isso é oque me diz a consciencia, mas não é oque faço. Não há esperanças. As chances são remotas. Apartir dai chego a conclusão de que não passo de um covarde que tem medo de tentar. O tentar não é a certeza do exito mas sim o desdem para com o mesmo e suas consequencias.
Meus dias de jovem estão se esvaindo, e toda a felicidade é promessa, e o pior, a longo prazo, o olhos da sociedade estão com catarata. e o cerebro?.
A arte que me conforta me mostra também a realidade, parece que a confusão de imagens quer me mostrar a angustia/o grito de outrem, cujo a sensibilidade, emoção... são algo que nunca poderei sentir.
A luz no fim do tunel fora lacrada, ao invés de tijolos, utilizaram corpos humanos.
Resta-me agora, uma lanterna e pilhas recarregaveis, vou tentar enxergar algo, nesta abobada lugubre e nojenta.
10/06/2008
filme - BARFLY
Barfly

O título já diz tudo: barfly significa literalmente mosca de bar, aquela pessoa que entra no bar às cinco da manhã e só sai às duas da madrugada. A maior parte do filme se passa num boteco decadente onde os mesmos frequentadores sentam-se em seus mesmos lugares todos os dias. O roteiro, escrito por Bukowski, não se diferencia muito dos contos e romances escritos pelo autor. O filme relata a rotina de Henry e de outros assíduos frequentadores do bar, as surras que o protagonista toma do cara do balcão e o relacionamento do casal de bêbados Henry e Wanda.
O filme foi dirigido por Barbet Schroeder e estrelado por Faye Dunaway no papel de Wanda e Mickey Rourke no papel de Henry.
No livro Hollywood Bukowski fala do período de escritura e produção do filme e suas impressões sobre
ele.(retirei a sinopse deste site aqui: http://www.spectroeditora.com.br/autores/bukowski/filmes/barfly.php).
...pra quem utiliza o emule para fazer downloads, coloquei aqui um link que, ao ser clicado, não só abre o emule automaticamente como também já inicia o download do filme...
link:
Barfly(1987)Charles Bukowski.avi
link para a legenda:
http://www.opensubtitles.com/pt/subtitles/3114698/barfly-pb
O título já diz tudo: barfly significa literalmente mosca de bar, aquela pessoa que entra no bar às cinco da manhã e só sai às duas da madrugada. A maior parte do filme se passa num boteco decadente onde os mesmos frequentadores sentam-se em seus mesmos lugares todos os dias. O roteiro, escrito por Bukowski, não se diferencia muito dos contos e romances escritos pelo autor. O filme relata a rotina de Henry e de outros assíduos frequentadores do bar, as surras que o protagonista toma do cara do balcão e o relacionamento do casal de bêbados Henry e Wanda.
O filme foi dirigido por Barbet Schroeder e estrelado por Faye Dunaway no papel de Wanda e Mickey Rourke no papel de Henry.
No livro Hollywood Bukowski fala do período de escritura e produção do filme e suas impressões sobre
ele.(retirei a sinopse deste site aqui: http://www.spectroeditora.com.br/autores/bukowski/filmes/barfly.php).
...pra quem utiliza o emule para fazer downloads, coloquei aqui um link que, ao ser clicado, não só abre o emule automaticamente como também já inicia o download do filme...
link:
Barfly(1987)Charles Bukowski.avi
link para a legenda:
http://www.opensubtitles.com/pt/subtitles/3114698/barfly-pb
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